sábado, 20 de outubro de 2007

Xangrilá

Dessa vez eu prometo não esquecer de mim
Prometo só pensar em mim

Tirei da cabeça aquilo tudo ruim
Uma ilusão desiludida
Uma fragilidade desinibida
Uma dor cambaleante
Troquei os encalços do meu coração
Apoiei-o em plástico bolha
Polí com flanela

Aspirei os tapetes da amargura
Pra quando alguém chegar
Saber que ela é sempre visitada
Guardei os lirios do inferno que plantei na mente
Recolhi o arco-iris que iluminava minha paixão
Por fim

Escarrei na boca que já beijei
Olhei com dó
O corpo que já toquei
Além de lacrimejar um nojo descomunal
Sobre todas as noites que regurgitei palavras doces
Para reconfortar seus pensamentos sobre o mundo
E as pessoas fatídicas que você amou

Enfim evolui.

3 comentários:

Anônimo disse...

Certas palavras doem de mais, porém são ótimos cicatrizantes á base de realidade.

Grande abraço.

Matheus

Anônimo disse...

É... tem de ter cuidado, Leo.
Cicatriza, mas a marca tá sempre lá.

Toda vez que a olhar, vai lembrar.
Tem de ter cuidado com o que faz ou com o que te deixa fazerem.

Amovc, vacoveio!

Unknown disse...

Vc escreve pra caralho, vai se foder!!!!
Vc vomita palavras...EU AMO ISSO!!!
ai q saudades impagáveis q eu sinto de ti, mas doces, pq elas trazem a certeza do qto eu amo vc!!!!
naum me deixa nunca seu puto!!!!